Aviso: conteúdo informativo, não substitui avaliação profissional. Fonte: SIGTAP - Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS.Saiba mais

Dados da competencia 05/2026.

VIDEOLAPAROSCOPIA

Código 02.09.01.006-1Competência SIGTAP 05/2026Alta complexidade

Grupo na Tabela SIGTAP

Resumo do Procedimento SUS

ComplexidadeAlta Complexidade
SexoAmbos
Idade Mínima0 meses
Idade Máxima130 anos e 11 meses
Quantidade Máxima de Execução1

Campos não aplicáveis a este procedimento: Dias de Permanência, Pontos.

Valor do Procedimento

Valor TotalR$ 190,00
Serviço Profissional (SP)R$ 95,00
Serviço Hospitalar (SH)R$ 0,00
Serviço Ambulatorial (SA)R$ 95,00

Informações Adicionais

FinanciamentoMédia e Alta Complexidade (MAC)
ModalidadesAmbulatorial, Hospitalar, Hospital Dia
Instrumento de RegistroBPA (Individualizado), AIH (Proc. Especial)

Descrição do procedimento

CONSISTE NUMA INTERVENÇÃO CIRÚRGICA MINIMAMENTE INVASIVA, MUITO UTILIZADA EM CIRURGIAS GINECOLÓGICAS E UROLÓGICAS, CONSAGRADA PARA A RETIRADA DA VESÍCULA BILIAR, QUE FOI SEU PRIMEIRO USO. A EVOLUÇÃO DA TECNOLOGIA PERMITE ACESSAR PRATICAMENTE TODOS OS ÓRGÃOS DO CORPO HUMANO COM APARELHOS CONTENDO, NA EXTREMIDADE QUE É INTRODUZIDA NO CORPO, UMA MINICÂMERA QUE TRANSMITE IMAGENS EM ALTA RESOLUÇÃO PARA MONITORES DE VÍDEO E QUE PODEM SER GRAVADAS PARA ESTUDOS POSTERIORES. ESTE PROCEDIMENTO É CHAMADO, ENTÃO, VIDEOLAPAROSCOPIA. USADA PRIMITIVAMENTE QUASE SÓ PARA FAZER DIAGNÓSTICOS, A VIDEOLAPAROSCOPIA ATUAL PERMITE COLHER MATERIAL PARA BIÓPSIAS E PRATICAR INTERVENÇÕES CIRÚRGICAS ANTES SÓ POSSÍVEIS A CÉU ABERTO. É REALIZADA SOB ANESTESIA E CONSISTE NUMA PEQUENA INCISÃO NA REGIÃO A SER EXAMINADA OU TRATADA, POR ONDE É INTRODUZIDO O LAPAROSCÓPIO, QUE É UM FINO TUBO DE FIBRAS ÓTICAS, ATRAVÉS DO QUAL PODE VISUALIZAR OS ÓRGÃOS INTERNOS E FAZER INTERVENÇÕES DIAGNÓSTICAS OU TERAPÊUTICAS. OUTRAS PEQUENAS INCISÕES PODEM SER NECESSÁRIAS PARA INTRODUZIR OS INSTRUMENTOS CIRÚRGICOS. CERTA QUANTIDADE DE GÁS (DIÓXIDO DE CARBONO) É INTRODUZIDA DENTRO DA CAVIDADE ABDOMINAL A FIM DE EXPANDI-LA E CRIAR UM CAMPO DE TRABALHO PARA SE REALIZAR A CIRURGIA. ESTA TÉCNICA TEM A VANTAGEM DE MENOR TRAUMA CIRÚRGICO, MENOS SANGRAMENTO INTRAOPERATÓRIO, MENOR DOR PÓS-OPERATÓRIA, RECUPERAÇÃO PÓS-CIRÚRGICA MAIS RÁPIDA E RETORNO MAIS CEDO ÀS ATIVIDADES HABITUAIS E AO TRABALHO, ALÉM DE MENORES CICATRIZES. ELA REDUZ A TAXA DE INFECÇÕES E A OCORRÊNCIA DE ADERÊNCIAS PÓS-OPERATÓRIAS. PRATICAMENTE TODAS AS CIRURGIAS GINECOLÓGICAS (CISTOS DE OVÁRIO, DILATAÇÃO DAS TROMPAS, TORÇÃO DE OVÁRIO, GRAVIDEZ ECTÓPICA, ETC.) E UROLÓGICAS PODEM SER REALIZADAS POR LAPAROSCOPIA, ALÉM DA RETIRADA E OS PROLAPSOS DO ÚTERO, BEM COMO A CISTOCELE OU RETOCELE. A TÉCNICA DE VIDEOENDOSCOPIA TAMBÉM PODE SER REALIZADA EM OUTROS COMPARTIMENTOS COMO NO TÓRAX (VIDEOTORACOSCOPIA), NO PESCOÇO, NA FACE (EM PROCEDIMENTOS DE CIRURGIA PLÁSTICA), VIAS URINÁRIAS E ARTICULAÇÕES. NAS ARTROSCOPIAS (VIDEOENDOSCOPIA DE ARTICULAÇÕES) E ENDOSCOPIA URINÁRIAS NÃO É UTILIZADO O GÁS CARBÔNICO PARA SE CRIAR ESPAÇO DE TRABALHO E SIM ÁGUA DESTILADA. [Exige CPF/CNS] Identifica os procedimentos que exigem identificação do usuário pelo Cadastro de Pessoa Física (CPF), preferencialmente, ou pelo Cartão Nacional de Saúde (CNS).

Renases (Rede de Atenção à Saúde) (2)

Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde - contextualiza onde o procedimento é ofertado.

Renases (Rede de Atenção à Saúde)
CódigoDenominação
058Cirurgias Ambulatoriais com Anestesia
075Diagnóstico por Endoscopia

CBO - Profissionais habilitados (8)

Classificação Brasileira de Ocupações. Somente profissionais com CBO listado podem registrar este procedimento.

CBO - Profissionais habilitados
CódigoOcupação
225165Médico gastroenterologista
225225Médico cirurgião geral
225230Médico cirurgião pediátrico
225250Médico ginecologista e obstetra
225280Médico coloproctologista
225285Médico urologista
225290Médico cancerologista cirurgíco
225310Médico em endoscopia

CID-10 associados (5)

Códigos Internacionais de Doenças relacionados a este procedimento. Clique para ver detalhes do CID.

CID-10 associados
CódigoDescrição

Serviço / Classificação (1)

Serviço de alta complexidade (CNES) requerido pelo procedimento.

Serviço / Classificação
ServiçoNome do serviçoClassif.Classificação
142Serviço de Endoscopia001Do aparelho digestivo

Procedimentos SIA/SIH relacionados (2)

Códigos no Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA) ou Hospitalares (SIH) correlacionados.

Procedimentos SIA/SIH relacionados
CódigoNomeTipo
17111080VIDEOLAPAROSCOPIAAmbulatorial
39005305VIDEOSCOPIA PARA DIAGNOSTICO PARA DRENAGEM, TOALETE OU BIOPSIA PARA REMOCAHospitalar

Detalhes do procedimento (1)

Características específicas e notas técnicas que se aplicam a este procedimento.

Detalhe 009

Identifica os procedimentos que exigem identificação do usuário pelo Cadastro de Pessoa Física (CPF), preferencialmente, ou pelo Cartão Nacional de Saúde (CNS).

Informações não disponíveis na SIGTAP para este procedimento: Compatibilidades, Leitos, Habilitações, Componentes de rede, Origem, Regras condicionadas, Incrementos de habilitação.

Sobre este procedimento

Descrição do procedimento

Consiste numa intervenção cirúrgica minimamente invasiva, muito utilizada em cirurgias ginecológicas e urológicas, consagrada para a retirada da vesícula biliar, que foi seu primeiro uso. A evolução da tecnologia permite acessar praticamente todos os órgãos do corpo humano com aparelhos contendo, na extremidade que é introduzida no corpo, uma minicâmera que transmite imagens em alta resolução para monitores de vídeo e que podem ser gravadas para estudos posteriores. Este procedimento é chamado, então, videolaparoscopia. Usada primitivamente quase só para fazer diagnósticos, a videolaparoscopia atual permite colher material para biópsias e praticar intervenções cirúrgicas antes só possíveis a céu aberto. É realizada sob anestesia e consiste numa pequena incisão na região a ser examinada ou tratada, por onde é introduzido o laparoscópio, que é um fino tubo de fibras óticas, através do qual pode visualizar os órgãos internos e fazer intervenções diagnósticas ou terapêuticas. Outras pequenas incisões podem ser necessárias para introduzir os instrumentos cirúrgicos. Certa quantidade de gás (dióxido de carbono) é introduzida dentro da cavidade abdominal a fim de expandi-la e criar um campo de trabalho para se realizar a cirurgia. Esta técnica tem a vantagem de menor trauma cirúrgico, menos sangramento intraoperatório, menor dor pós-operatória, recuperação pós-cirúrgica mais rápida e retorno mais cedo às atividades habituais e ao trabalho, além de menores cicatrizes. Ela reduz a taxa de infecções e a ocorrência de aderências pós-operatórias. Praticamente todas as cirurgias ginecológicas (cistos de ovário, dilatação das trompas, torção de ovário, gravidez ectópica, etc.) e urológicas podem ser realizadas por laparoscopia, além da retirada e os prolapsos do útero, bem como a cistocele ou retocele. A técnica de videoendoscopia também pode ser realizada em outros compartimentos como no tórax (videotoracoscopia), no pescoço, na face (em procedimentos de cirurgia plástica), vias urinárias e articulações. Nas artroscopias (videoendoscopia de articulações) e endoscopia urinárias não é utilizado o gás carbônico para se criar espaço de trabalho e sim água destilada. [exige cpf/cns] identifica os procedimentos que exigem identificação do usuário pelo cadastro de pessoa física (cpf), preferencialmente, ou pelo cartão nacional de saúde (cns).

Instrumentos de Registro e Requisitos

O registro deste procedimento é feito via BPA (Individualizado), AIH (Proc. Especial).

Modalidades de atendimento permitidas: Ambulatorial, Hospitalar, Hospital Dia.

Classificado como Alta complexidade pela Tabela SIGTAP.

Valores e Financiamento

O procedimento 0209010061 é pago pelo SUS com valor total de referência de R$ 190,00, distribuído entre Serviço Profissional (SP: R$ 95,00), Serviço Hospitalar (SH: R$ 0,00) e Serviço Ambulatorial (SA: R$ 95,00).

Tipo de financiamento SUS: Média e Alta Complexidade (MAC). Os valores podem ser complementados por gestões estaduais e municipais conforme pactuação local.

Profissionais Habilitados

Podem registrar este procedimento profissionais com 8 ocupações distintas segundo a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), incluindo Médico gastroenterologista, Médico cirurgião geral, entre outros. A lista completa de CBOs habilitados está disponível mais acima nesta página.

Onde este procedimento se encaixa

Na tabela SIGTAP, 0209010061 pertence ao grupo Procedimentos com finalidade diagnóstica, subgrupo Diagnóstico por endoscopia, forma de organização Aparelho digestivo. Integra a Renases (Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde) em Cirurgias Ambulatoriais com Anestesia e Diagnóstico por Endoscopia.

Considerações finais

As informações apresentadas nesta página são extraídas da Tabela Unificada do SUS (SIGTAP), mantida pelo Ministério da Saúde e publicada pelo DATASUS. Os valores e regras podem ser alterados em competências futuras - consulte a página de alterações para acompanhar atualizações.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta às portarias e notas técnicas oficiais.

Perguntas frequentes

Como verificar os estabelecimentos que realizam 0209010061?

Para encontrar estabelecimentos habilitados para VIDEOLAPAROSCOPIA, consulte o CNES com filtro pelo código SIGTAP 0209010061.

O que é o procedimento 0209010061?

VIDEOLAPAROSCOPIA é um procedimento do SUS classificado na tabela SIGTAP sob o código 0209010061, no grupo Procedimentos com finalidade diagnóstica.

Quem pode realizar o procedimento 0209010061?

VIDEOLAPAROSCOPIA é indicado para pacientes de ambos os sexos e é financiado via SUS.

Qual a complexidade do procedimento SIGTAP 0209010061?

VIDEOLAPAROSCOPIA (SIGTAP 0209010061) tem classificação de complexidade alta complexidade no sistema SUS.

Entre para continuar

Para favoritar procedimentos, você precisa estar logado. É rápido - em segundos sua conta está pronta e você volta pra onde parou.