Glosa é o nome que se dá à recusa de pagamento, total ou parcial, de um procedimento faturado. No contexto do SUS, isso significa que o auditor ou o sistema de saúde rejeitou um item da sua cobrança.
Quem começa no faturamento hospitalar rapidamente descobre que o SUS não tem um formulário único. Dependendo do que foi realizado, onde e para quem, o instrumento de registro é diferente. Os três prin
O CID-10 é a Classificação Internacional de Doenças, décima revisão. No faturamento, ele aparece em praticamente todo instrumento: AIH, APAC, BPA-I. O CID informado precisa ser compatível com o proced
O CNES é o registro oficial de todos os estabelecimentos de saúde do Brasil. Para quem trabalha com faturamento, o CNES não é só uma lista de endereços — é a fonte que define o que um estabelecimento
Abrir a página de um procedimento no SIGTAP e entender o que cada campo significa é uma habilidade que faz diferença no dia a dia de faturamento. Os dados estão todos lá, mas para quem começa a quanti
DATASUS é o Departamento de Informática do SUS, subordinado ao Ministério da Saúde. É o órgão responsável por coletar, processar e disponibilizar as informações de saúde pública do Brasil — desde dado
O Sistema Único de Saúde — SUS — é o sistema público de saúde do Brasil, criado pela Constituição de 1988 e regulamentado pelas Leis 8.080 e 8.142 de 1990. É um dos maiores sistemas de saúde pública d
Regulação em saúde é o processo pelo qual o SUS organiza o acesso dos pacientes aos serviços de saúde disponíveis. Em vez de o paciente simplesmente se apresentar em um serviço especializado, ele pass
A CIAP-2 — Classificação Internacional de Atenção Primária, segunda edição — é o sistema de classificação desenvolvido especificamente para a atenção básica em saúde. Enquanto o CID-10 foi criado para
O CNES classifica os estabelecimentos de saúde em mais de 70 tipos diferentes. Cada tipo tem características específicas quanto aos serviços que pode oferecer, às habilitações que pode solicitar e aos
Todo procedimento no SIGTAP tem seu valor dividido em até três componentes: SP (Serviço Profissional), SH (Serviço Hospitalar) e SA (Serviço Auxiliar). Entender essa divisão é fundamental para faturis
O Teto MAC — Teto de Média e Alta Complexidade — é o limite financeiro mensal que o Ministério da Saúde define para cada estado e município gastar com procedimentos de média e alta complexidade do SUS
O CBO — Classificação Brasileira de Ocupações — é o sistema que identifica as categorias profissionais no mercado de trabalho brasileiro. No faturamento do SUS, o CBO do profissional que realizou o pr
No SUS, o conceito de 'competência' se refere ao mês de referência dos dados e do faturamento. Não é o mês em que o procedimento foi realizado, nem o mês em que foi pago — é o mês para o qual aquele r
O BPA — Boletim de Produção Ambulatorial — é o instrumento de faturamento mais usado em unidades de atenção básica e ambulatórios do SUS. Quem trabalha em UBS, ambulatório especializado, laboratório o
A APAC — Autorização de Procedimentos de Alta Complexidade — é o instrumento mais burocrático do faturamento ambulatorial SUS. Quimioterapia, hemodiálise, radioterapia, órteses e próteses — qualquer p
Uma das perguntas mais frequentes de faturistas e gestores é simples: quanto o SUS vai pagar por este procedimento? A resposta está na tabela SIGTAP, mas nem sempre é imediata — o valor total é compos
O SUS é financiado pela União, estados e municípios. Cada ente tem obrigação constitucional de destinar recursos à saúde, e o fluxo do dinheiro desde o orçamento federal até o pagamento do hospital en
Auditoria em saúde é o processo sistemático de verificação da conformidade do faturamento com as normas do SUS. Auditores revisam AIHs, APACs e BPAs para verificar se os procedimentos cobrados foram d
A RNDS — Rede Nacional de Dados em Saúde — é a plataforma nacional de interoperabilidade em saúde do Brasil, desenvolvida pelo Ministério da Saúde. Seu objetivo é conectar os sistemas de informação de
O SISREG — Sistema Nacional de Regulação — é o sistema informatizado do Ministério da Saúde para gestão da regulação do acesso aos serviços de saúde. Por ele, médicos solicitantes encaminham pedidos d
O cadastro do estabelecimento no CNES é dinâmico — precisa refletir a realidade atual do serviço. Quando um hospital abre um novo serviço, contrata um novo profissional, adquire um equipamento ou muda
O prontuário eletrônico é obrigatório para todos os estabelecimentos que integram o SUS, em cumprimento à Resolução CFM 1.821/2007 e às normas do Ministério da Saúde. Na atenção básica, o sistema ofic
Leito de hospital é mais do que uma cama. No SUS, cada leito tem uma categoria, uma especialidade e um vínculo com o sistema público — e esses atributos definem o que pode ser faturado, como é cobrada
O Previne Brasil é o modelo de financiamento da Atenção Primária à Saúde (APS) vigente no Brasil desde 2020, instituído pela Portaria 2.979/2019. Ele substituiu o modelo anterior, vinculando parte sig
O TISS — Troca de Informação em Saúde Suplementar — é o padrão obrigatório para comunicação entre prestadores de serviço de saúde e operadoras de planos de saúde no Brasil. Foi criado pela ANS (Agênci
Erros de faturamento são uma das principais causas de glosa e devolução de produção no SUS. Muitos são evitáveis com checagem simples antes do envio da produção ao gestor municipal ou estadual.
O SISAIH01 é o sistema do Ministério da Saúde responsável pelo processamento das AIH — Autorizações de Internação Hospitalar. É por ele que os hospitais da rede SUS registram suas internações, e é del